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Vitamina D: a hormona que vem do Sol!

Nos últimos anos, a Vitamina D tem sido colocada no centro das atenções. E há muitas razões válidas para isso, porque este é, efectivamente, um elemento muito importante para o bom funcionamento do nosso organismo.

No entanto, também há muita informação incorrecta que vai circulando e que vai sendo assumida como verdadeira. Por isso, vamos deixar aqui algumas informações devidamente validadas, para tentarmos esclarecer alguns mitos e equívocos.

 

  • O primeiro mito está no nome...

Na verdade, aquilo que conhecemos como “Vitamina D” é o nome dado a um conjunto de compostos químicos solúveis em gordura, que não são vitaminas. Os dois compostos mais importantes deste conjunto são a Vitamina D3 (Colecalciferol) e a Vitamina D2 (Ergocalciferol).

E a forma biologicamente activa a que nos referimos como “Vitamina D3 activa” é, na verdade, uma hormona esteróide chamada Calcitriol que se liga a receptores nos núcleos das células para activar a expressão de muitos genes.

O genoma humano contém mais de 2700 locais sensíveis ao Calcitriol, o que espelha bem a sua importância e a sua variedade de funções!

 

  • Como podemos obter Vitamina D?

Quase exclusivamente através da exposição solar directa (ou em solários), sem protector solar, ou através da suplementação.

É verdade que alguns alimentos têm-na. Alguns alimentos de origem animal têm Vitamina D3 (sobretudo os óleos de fígado de peixe e alguns peixes gordos, como o salmão e a sardinha) e há alimentos de origem vegetal (como os cogumelos) que têm Vitamina D2, mas seria preciso que consumíssemos, diariamente, quantidades impraticáveis destes alimentos, para que os mesmos fossem uma fonte suficiente. As quantidades que provêm da nossa dieta rondam a ordem de 1% a 2%.

 

  • Uma viagem da pele até ao núcleo das células...

A Vitamina D3Colecalciferol - é um produto produzido pela pele, aquando da exposição solar directa ou às lâmpadas dos solários (exposição aos raios UVB).

Depois de ser produzida na pele, precisa de ser activada, primeiro no fígado e depois (principalmente) nos rins, para exercer os seus efeitos já enquanto Calcitriol.

No fígado, recebe primeiro um grupo hidroxilo no carbono 25, formando a 25 (OH) D, conhecida como Calcidiol. Esta é a forma de armazenamento da Vitamina D.

Quando é necessário activar esta forma de Vitamina D, a 25 (OH) D ou Calcidiol recebe mais um grupo hidroxilo na posição 1, formando-se a forma biologicamente activa da Vitamina D, já referida mais acima: a 1,25-dihidroxicolecalciferol, indicada como 1,25(OH)2 D ou Calcitriol. Esta activação ocorre principalmente nos rins, mas também, em menor grau, numa variedade de tecidos.

E é este Calcitriol (Vitamina D activa) que vai exercer as suas funções na expressão de genes que lhe são sensíveis. Para chegar ao genoma, tem de entrar na célula e fá-lo através de receptores dedicados.

 

  • E quais as funções principais da Vitamina D?

Nos humanos, a Vitamina D é importante no desenvolvimento, crescimento e manutenção do equilíbrio de uma multiplicidade de órgãos e funções do organismo, desde a gestação na barriga da mãe até ao fim da vida.

A Vitamina D é essencial para que os intestinos consigam absorver o cálcio que provém da alimentação, para que o mesmo seja, posteriormente, depositados nos ossos e para que seja utilizado noutras funções (coagulação sanguínea, contração muscular e transmissão de impulsos nervosos).

É a Vitamina D que diminui a perda de cálcio pela urina, de forma a mantê-la no sangue. Sem cálcio no sangue, o organismo vai, em caso de necessidade, recrutar o cálcio já existente no esqueleto, ou seja, o próprio organismo começa a “corroer os ossos”, o que contribui para o aparecimento de osteoporose.

Mas não é apenas na saúde óssea que a Vitamina D intervém. Ela interfere em quase todos os mecanismos fisiológicos do nosso organismo e tem receptores em praticamente todos os tecidos (pele, cabelo, coração, artérias, músculos, ossos e intestino).

 

  • O que dizem os estudos em Portugal?

As conclusões dos estudos mais recentes são um alerta: 66% das pessoas têm níveis insuficientes desta Vitamina, 30% apresentam níveis razoáveis e apenas 4% têm os valores normais.

 

  • Com tanto sol em Portugal, porque temos défice?

Há muitos motivos que contribuem para este facto.

Por um lado, a mudança de hábitos da população, porque a nossa exposição solar é hoje muito inferior àquela que tínhamos antes, quando se andava mais a pé e menos de transportes públicos/privados e quando havia mais empregos ao ar livre.

Por outro, a preocupação crescente com o cancro da pele, porque, hoje em dia, a maioria da população usa protector solar e evita as horas de maior calor.

Recentemente, os dados apontam para outro motivo: Investigadores portugueses concluíram que a população portuguesa tem uma prevalência superior à média europeia de algumas alterações genéticas que levam a uma predisposição para o défice de Vitamina D.

 

  • Quais as doenças causadas pela carência de Vitamina D?

A esmagadora maioria das pessoas com carência de Vitamina D não tem sintomas directamente atribuíveis à falta desta Vitamina, mas tem maior risco de vir a desenvolver doenças. Daí chamar-se, por vezes, uma “epidemia silenciosa”.

Com carências muito acentuadas, observam-se sintomas como dores musculares imprecisas e difusas, falta de força e de coordenação musculares, ou contracturas musculares como cãibras.

Nas crianças, pode provocar raquitismo com dores, deformações ósseas graves e atraso de crescimento.

As consequências mais comuns e prevalentes da carência de Vitamina D nos adultos e idosos são: osteomalacia (ossos fracos e quebradiços mesmo com traumatismos mínimos), infecções frequentes, tendência para depressão, para além de contribuir fortemente para o aparecimento de osteoporose.

Embora não haja uma prova de causalidade, as pessoas com, por exemplo, Alzheimer, Artrite reumatóide, hipertensão e epilepsia têm, estatisticamente, níveis mais baixos de Vitamina D. No caso do cancro, as suas formas mais graves também têm estado associadas a níveis mais baixos de Vitamina D.

 

  • Como medir os níveis de Vitamina D?

Deverá solicitar ao seu médico que prescreva análises à Vitamina D. A análise mais comum é efectuada à forma produzida no fígado, a 25 (OH) D, conhecida como Calcidiol, pois é esta forma que espelha melhor as nossas reservas de Vitamina D.

No entanto, em caso de suspeita de mau funcionamento renal, podem ser solicitadas análises à 1,25(OH)2 D, a forma biologicamente activa da Vitamina D, o Calcitriol.

 

  • Quais os resultados “normais”?

Os valores de referência “normais” já foram revistos algumas vezes, para valores bastante mais altos do que inicialmente, em face da evidência científica.

Considera-se actualmente existir carência de Vitamina D sempre que os níveis sanguíneos de 25(OH) D (Calcidiol) sejam inferiores a 30ng/mL (75 nmol/L).

Contudo, evidência recente mostra efeitos benéficos da Vitamina D que só são atingidos a níveis próximos ou superiores a 50ng/mL (125 nmol/L).

Por isso, os níveis de referência poderão voltar a aumentar.

 

Equipa Espaço S

(Baseado em informação recolhida no Fórum D, uma iniciativa da Clínica Universitária de Reumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e num artigo da Revista Visão redigido com a ajuda do professor José António Pereira da Silva, diretor da Clínica Universitária de Reumatologia)

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